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Benvindos Freguesia de Galveias

Turismo

Galveias é diferente em quase tudo. Um pequeno ponto no Alentejo que, em património, é uma das freguesias mais ricas do País. Mais de 6500 hectares de território e vários prédios em zonas nobres de Lisboa, recebidos por uma herança da família Marques Ratão que, às vezes, parece maldita.

 

Em terra de rio e barragem, a gastronomia local conta com saborosos pratos de peixe, como a perca ou as carpas, mas também não esquece as típicas migas, o borrego e as carnes de porco preto.

 

A VISITAR

 

• Capela da Misericórdia de Galveias (séc. XVIII). Classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1977. Edificação barroca, que obedece à habitual configuração das Misericórdias, com igreja e consistório anexo, esta Capela deverá ter sido reconstruída no decorrer do século XVIII; a data de 1803 inscrita sobre o portal principal poderá corresponder à fachada ou à conclusão de uma campanha de obras iniciada no século XVIII e prolongada, eventualmente, até ao início da centúria seguinte. Tal é sugerido também pela existência de motivos decorativos rococó no interior, em particular nos retábulos dos dois altares. A Capela foi entretanto alvo de obras de restauro, concluídas em 2005. Apresenta frontaria de respaldo recortado, sendo o portal encimado por frontão interrompido, sobreposto por uma janela; ao cimo, o escudo régio, simbolizando o poder do rei, protetor das Misericórdias. No interior, altar-mor e capela lateral de alvenaria em estilo tardo-barroco, com revestimento polícromo em estuque e mármore fingido nas colunas e no entablamento; o teto do consistório ostenta também belas decorações em estuque. A Capela possui ainda um conjunto assinalável de bens móveis, entre os quais uma imagem quinhentista da Virgem com o Menino, em pedra, e uma maquineta em talha com a imagem de Santa Ana, barroco-joanina, em madeira, apreciável como escultura de oficina lisboeta da época.

 

• Capela de São Pedro

Situado na extremidade da povoação de Galveias, na estrada para Ponte de Sor, trata-se de um pequeno e elegante edifício do século XVIII. É constituído por dois corpos distintos, sendo o primeiro de planta retangular e o segundo, correspondente à capela-mor, de planta circular, com cobertura em abóbada.

Na fachada principal, podem observar-se o portal, simples e encimado pelo símbolo de São Pedro, as chaves dos céus e a mitra papal, em estuque relevado; bem como o janelão de alvenaria, no centro do frontão, sendo este alto e recortado. A frontaria é enquadrada por pilastras de capitéis decorados com motivos florais, também em estuque. No interior do templo, destaque para o altar-mor, em alvenaria, no centro do qual se encontra um nicho com a imagem de São Pedro, enquadrada por pilastras e colunas de capitéis coríntios e encimada por frontão em contracurva, com motivos vegetalistas e duas figuras de anjos nas extremidades.

 

• Capela de São  António

Data do início de seiscentos. No exterior, fachada simples, com um único vão, destacando-se, na cobertura da parte posterior do edifício, a cúpula arabizante de fabrico tradicional de tijolo. O valor artístico desta Capela reside no seu interior, nomeadamente no conjunto de “frescos” datado da segunda metade do século XVII, que reveste a parte superior das paredes do corpo principal do edifício e toda a cúpula, com grande efeito cenográfico.

Trata-se de pintura de cariz popular, tardo-maneirista, organizada nas paredes em dez painéis, quatro do lado do Evangelho (esquerda), outros quatro do lado da Epístola (direita) e dois em cada topo do corpo principal, representando os seguintes temas (desde o topo da entrada e seguindo pela esquerda): Santa Cruz adorada pelos Tetramorfos (os quatro Evangelistas), a saber, o Leão (símbolo de São Marcos), a Águia (São João) e o Anjo (São Mateus), parecendo faltar o Touro (São Lucas); São Luís Rei de França; Santo Antão; Imaculada Conceição; São Francisco de Assis em êxtase; Santo António pregando aos peixes (no arco mestre, que separa o corpo principal do edifício do altar-mor); tema desaparecido; Nossa Senhora da Piedade; Santo Agostinho, Bispo de Hipona; e São Brás. Os “frescos” da cúpula, sobre a capela-mor, representam motivos florais e brutescos, de inspiração italiana e muito populares em Portugal no século XVII, sobretudo na pintura decorativa de tetos, sobressaindo no conjunto o escudo de Portugal Restaurado e a cartela com a data da obra, 1679.

 

• Capela do Senhor das Almas

Situado já fora de Galveias, na estrada que segue para Ponte de Sor, é um edifício simples mas elegante, com frontaria de espaldar recortado, rasgada ao centro por um óculo, entre duas pilastras de alvenaria encimadas por coruchéus. Tem anexa à esquerda uma pequena edificação que serve de sacristia e que pode ter sido a primitiva capela, apresentando um altar em alvenaria, com um baixo-relevo onde é possível ainda identificar algumas figuras semelhantes às típicas representações das Almas no Purgatório.

No interior do edifício principal, temos um único altar, em estuque, enquadrado por colunas coríntias e encimado por frontão contracurvado e decorado com motivos florais. No centro do altar, uma pintura alusiva ao referido tema das Almas, cuja ascensão ao Paraíso depende das orações que os vivos por elas rezarem, da autoria do pintor conimbricense Álvaro Eliseu e colocada em 1954, aquando o restauro da Capela patrocinado pelo Comendador Assis Roda, para sufrágio da alma da sua esposa, recentemente falecida, D. Anita Marques

 

• Igreja Matriz

Dedicada a S. Lourenço, padroeiro da freguesia, foi construída no século XVI, apesar de muito modificada desde então por diversas obras. A fachada apresenta um corpo central, de frontão recortado, com duas urnas nas extremidades, e duas torres quadradas, com cúpulas assimétricas, que flanqueiam o edifício.

O interior é de uma só nave, coberta por abóbada de berço. A capela-mor é ocupada por um retábulo em talha dourada e pintada no estilo barroco-joanino, datado da primeira metade do século XVIII, entretanto refeito e repintado. Entre os bens móveis pertencentes à Igreja, destacam-se dois bancos de madeira de estilo joanino, da primeira metade do século XVIII, e sobretudo a rica e variada paramentaria, dos séculos XVI a XVIII, incluindo, por exemplo, uma colcha de seda polícroma quinhentista, com motivos heráldicos e orientalizantes, e uma capa de asperges em damasco e veludo, tardo-renascentista, com motivos vegetalistas e a cruz da Ordem de Avis, a cujo priorado pertencia a Igreja, bordada no capuz.

 

• Capela da Santa Casa da Misericórdia de Galveias

 

• Capela de São Saturnino

 

• Capela de São Sebastião

 

• Capela de São João

 

• Oásis Parque Aquático

Inaugurado em 2007, este complexo na vila de Galveias conta com piscinas, escorregas, áreas verdes e bar.

 

ONDE COMER

 

• Bar Oásis Parque

Alameda Dr. José Mendonça Braga

7400-014 Galveias

 

• Café Brazão

Rua D. João III

7400-036 Galveias

Telef.: 242 983 023

 

• Café Flor

EN 244

7400-022 Galveias

Telef.: 242 107 272

 

• Café Central 

Rua General José G. Marques Godinho

7400-015 Galveias

Telef.: 242 983 023

 

• O Retiro da Fonte

Rua Joaquim Barradas de Carvalho

7400-014

 

• Novos Sabores

Largo da Devesa

7400-023 Galveias

 

• O Motorista

EN 244

7400-022 Galveias

Telef.: 242 983 123

 

• Flor de Lótus

Rua do Outeiro N6

7400-035

 

EVENTOS ANUAIS 

• Carnaval:

- Desfiles;

- Bailes alusivos á época;

- Tradicional Milha de Carnaval (atletismo);

 

•  Dia da Mulher:

- Oferta de flores e pequeno convívio oferecido a todas as mulheres da vila;

  Próximo da Páscoa: 

- Procissão do Senhor dos Passos acompanhada pela Banda Filarmónica Galveense;

- Procissão (visita) ás Capelas;

 

• 25 de Abril:

- Arruada pela Banda Filarmónica Galveense;

- Convívio aberto a toda a população;

- Bailes, concertos, jogos tradicionais…

 

• 13 de Maio:

- Procissão das Velas;

 

• Dia 10 de junho:

- Dia da freguesia;

- Dia em que abre tradicionalmente as piscinas Oásis Parque;

- Neste mês também se inicia os torneios de Futsal no Polidesportivo de Galveias;

 

• Segundo fim de semana do mês de agosto:

Inicia-se os Festejos em Honra de São Lourenço:

- Muita Música;

- Comida, Bebida, Artesanato;

- Garraiada;

- Arruada pela Banda Filarmónica Galveense;

- Procissão em honra de S. Lourenço;

- Torneios (sueca, tiro-alvo…);

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